NO DIA 05 DE OUTUBR DE 2008, A NOSSA CARTA MAGNA, A CONSTITUIÇÃO FEDERAL BRASILEIRO QUE FOI PROMULGADA EM 05 DE OUTUBRO DE 1988, COMPLETOU VINTE ANOS. PORÉM SEM TER MUITO O QUE COMEMORAR, HAJA VISTO QUE O RESPEITO AOS ARTIGOS LÁ EXISTENTES É MUITO POUCO E QUASE SEMPRE IGNORADOS POR SEUS IDEALIZADORES. O PRESIDENTE DE CÂMARA DOS DEPUTADOS DA ÉPOCA, O DEPUTADO ULYSSES QUIMARÃES ENFRENTOU MUITA DIFICULDADE NA REUNIÃO DOS CONSTITUINTES E ELABORAÇÃO DA CARTA, CONTUDO APÓS DIAS REUNIDOS SAIU A TÃO ESPERADA CONTITUIÇÃO. EM SEUS TEXTOS FICA CLARA A ENALTAÇÃO AO POVO BRASILEIRO E O RESPEITO A DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA.
ENTRE OS DIVERSOS EVENTOS COMEMORATIVOS O PRESIDENTE LULA, PARTICIPOU ONTEM 05/11/2008 DE UM DELES.
(veja reportagem publicada pela folhape.com.br)
O PETISTA plantou muda no Bosque da Constituição, ontem 05/11/2008.
BRASÍLIA (Folhapress) - Em discurso sobre os 20 anos da Constituição, ontem, no Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que ela não é perfeita, mas permitiu a consolidação da democracia e pôs fim aos textos que representavam interesses da minoria. Antes, Lula plantou uma muda de aroeira no Bosque da Constituinte, criado em 1988, perto da Praça dos Três Poderes. Líder do PT na época, Lula não havia plantado sua muda há 20 anos.
“A Constituição não é perfeita porque os políticos não são perfeitos. Mas com todos os defeitos que ela possa ter para quem está governando, a verdade nua e crua é que ela é a garantia da democracia”, salientou. Ao admitir a importância do novo texto, relembrou discussão entre congressistas. “Nós do PT, naquela época, votamos contra o texto. Houve discussão se iríamos assiná-lo ou não. Eu disse que não tinha sentido (não assinar). Como pode o filho nascer e a gente não registrar?”, contou.
Lula recebeu, ontem, no Palácio do Planalto, os líderes da base aliada na Câmara e cobrou deles empenho para aprovar ainda neste ano o projeto de reforma tributária. “O presidente ressaltou que a reforma é importante para a economia do País”, relatou o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS). No encontro, Lula orientou os parlamentares a convencerem as bancadas dos partidos aliados de que a reforma não trará prejuízos para os Estados.
Fontana deixou claro que essa estratégia servirá para o governo neutralizar as críticas que faz à reforma o governador de São Paulo, José Serra, do PSDB: “As críticas, na verdade, são de um único governador, o de São Paulo. Vamos tentar negociar. Não há perda de receita para os Estados. O Fundo de Estabilização de Receita previsto na reforma dá garantias de que não haverá perdas”, afirmou o líder do governo. O deputado acrescentou que representantes do setor produtivo apóiam a proposta de reforma.
BRASÍLIA (Folhapress) - Em discurso sobre os 20 anos da Constituição, ontem, no Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que ela não é perfeita, mas permitiu a consolidação da democracia e pôs fim aos textos que representavam interesses da minoria. Antes, Lula plantou uma muda de aroeira no Bosque da Constituinte, criado em 1988, perto da Praça dos Três Poderes. Líder do PT na época, Lula não havia plantado sua muda há 20 anos.
“A Constituição não é perfeita porque os políticos não são perfeitos. Mas com todos os defeitos que ela possa ter para quem está governando, a verdade nua e crua é que ela é a garantia da democracia”, salientou. Ao admitir a importância do novo texto, relembrou discussão entre congressistas. “Nós do PT, naquela época, votamos contra o texto. Houve discussão se iríamos assiná-lo ou não. Eu disse que não tinha sentido (não assinar). Como pode o filho nascer e a gente não registrar?”, contou.
Lula recebeu, ontem, no Palácio do Planalto, os líderes da base aliada na Câmara e cobrou deles empenho para aprovar ainda neste ano o projeto de reforma tributária. “O presidente ressaltou que a reforma é importante para a economia do País”, relatou o líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS). No encontro, Lula orientou os parlamentares a convencerem as bancadas dos partidos aliados de que a reforma não trará prejuízos para os Estados.
Fontana deixou claro que essa estratégia servirá para o governo neutralizar as críticas que faz à reforma o governador de São Paulo, José Serra, do PSDB: “As críticas, na verdade, são de um único governador, o de São Paulo. Vamos tentar negociar. Não há perda de receita para os Estados. O Fundo de Estabilização de Receita previsto na reforma dá garantias de que não haverá perdas”, afirmou o líder do governo. O deputado acrescentou que representantes do setor produtivo apóiam a proposta de reforma.




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